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Yandere Sim - Fitas Misteriosas traduzidas(1 a 5)08:09

Yandere Sim - Fitas Misteriosas traduzidas(1 a 5)

Coletando e encontrando fitas é uma peça implementada em Yandere Simulator. Elas são usadas para ouvir áudios de pessoas contando sobre seu misterioso passado, que seria desconhecido sem a existência das fitas.

Por enquanto, existem 10 fitas no total, escondidas na escola. O telefone possui um sinal de wifi que serve para identificar se as fitas estão próximas ou não.

Yandere Sim - Fitas Misteriosas traduzidas(6 a10)10:34

Yandere Sim - Fitas Misteriosas traduzidas(6 a10)

As fitas podem ser escutadas na sala de computação. No futuro, mais fitas serão adicionadas, porém, por enquanto, estão apenas disponíveis 10.

As fitas são contadas no ponto de vista de um jornalista com nome não identificado. Nas fitas, o jornalista conta sobre o seu passado. Caso queira saber mais sobre as fitas, favor ver os vídeos ao lado.

Localização das fitas

A primeira fita é localizada atrás da arvore cerejeira atrás da escola.

A segunda, terceira, quarta e quinta são encontradas nos cantos da escola.

A sexta fita é encontrada no canto à esquerda da entrada principal da escola.

A sétima fita é encontrada no canto à direita da entrada principal da escola.

A oitava fita é encontrada atrás da escola no direito canto após a primeira lixeira.

A nona fita é encontrada ao lado da oitava fita, no canto esquerdo.

A fita final está localizado dentro do ginásio no palco sob o pódio meio.

Fitas do Porão

O porão também possui fitas, sendo elas 2.

Estranhamente, as fitas são nomeadas "Basement Tape 1" ou "Fita do Porão 1" e "Basement Tape 10" ou "Fita do Porão 10", sendo assim, não existindo as fitas 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9.

As fitas revelam uma pessoa (provavelmente a mãe da Yandere) que sequestrou um homem (que não é revelado também) e eles conversam, o homem provavelmente estava preso na "poste" existente no porão, e isso ajuda nas teorias existentes.

Tradução das Fitas

Primeira fita: "Parece que ainda funciona. ...enquanto isso está gravando, eu suponho que eu poderia muito bem dizer algo... Quando tempo se passou desde a ultima vez que usei essa coisa? Tem pelo menos há duas décadas... Quase três? Aqueles eram bons tempos. Eu era tão jovem na época... O meu futuro parecia ser tão... Brilhante. Eu me lembro de ter seguido meus sonhos. Eu me lembro de uma carreira promissora. Eu me lembro de está... Feliz. Se eu pudesse voltar no tempo... O que eu faria de diferente? Eu sei o que. Eu sei exatamente o que deveria ter feito. Eu não deveria ter me intrometido no caso... daquela garota. Segui-la era a coisa certa á se fazer... Mas se eu não tivesse me intrometido com o caso dela, eu ainda teria uma carreira. Quando foi que se passou? Acho que foi em... Abril de 1989. O pico da minha carreira estava como um jornalista investigativo. Foi quando eu ouvi sobre um assassinato num colégio local. A policia não encontrava pistas. Eu decidi investigar isso. Eu tentei ser um herói... e esse foi o maior erro da minha vida.

Segunda fita: "O corpo docente da escola não deixou que eu continuasse a minha investigação no terreno do Colégio. Eles estavam muito preocupados com a preciosa reputação. Eles não queriam nenhum policial ou jornalista bisbilhotando e arruinando a reputação do colégio, já que o assassinato já tinha feito isso. Ou eles talvez queriam esconder, e não queriam que as autoridades descobrissem. Até hoje, eu não sei como o Colégio conseguiu convencer a Policia de que se qualquer crime nas dependências do Colégio só poderia ser investigado por no máximo 6 horas. Eu ouvi um rumor que o diretor do Colégio suborna o departamento de policia para acelerar suas investigações o mais rápido possível. Há um monte de rumores desgraçáveis sobre o diretor do colégio... Nenhum deles foram provados ser verdade. Por não poder caminhar na volta do Colégio, eu tentei coletar informações através de uma entrevista com os alunos fora do portão do Colégio, quando entravam e saiam do Colégio. Foi nesse momento que eu notei uma garota peculiar que obviamente estava stalkeando um dos seus veteranos. Decidi manter meus olhos nela, e em pouco tempo, eu comecei a desconfiar de um comportamento estranho nela.

Terceira fita: "A partir do portão do Colégio, eu comecei a testemunhar a garota á fazer mais do que apenas perseguir um veterano... ela stalkeava toda garota que falasse com ele. Através das entrevistas com estudantes, eu mantive o controle sobre o que aconteceu com aquelas garotas... elas se tornavam vitimas de bullying, forem expulsas, e em alguns casos, paravam de vim pro Colégio. Eu vi frequentemente a garota correndo com um esfregão e um balde, como se ela tivesse algo para limpar. Essa garota estava usando manipulação, intimidação, e às vezes usava até violência pra sabotar a vida amorosa do rapaz. Se ela não estivesse acima desse nível de comportamento, a possibilidade de homicídio não pareceria distante. Eu não queria acreditar que uma aluna realmente iria cometer assassinato só pra manter o rapaz solteiro, mas a prova estava me olhando diretamente pelos meus olhos. Foi quando eu aprendi uma informação peça crucial... A garota que foi assassinada no inicio do ano letivo tinha uma queda pelo mesmo rapaz que estava sendo stalkeado. A ultima peça do quebra-cabeça tinha caído no lugar. Eu sabia que tinha encontrado a culpada... e eu fui para a policia com as minhas próprias conclusões. Teve muita conversa, mas finalmente eu fui capaz de convencê-los a levar a menina á prisão."

Quarta fita: "A ideia de uma estudante assassinada era escandalosa demais para chamar muito a atenção. A voz de prisão foi rapidamente ouvida por toda a nação. O julgamento se transformou em um circo da mídia. Eu fiquei famoso da noite para o dia. Eu não queria ser uma figura pública, mas sim eu queria que minha habilidade investigativa fosse reconhecida. Eu esperava que toda essa atenção impulsaria minha carreira. Mas, como se vê, eu estava errado. A pequena estudante manipuladora fez o melhor ato que eu já vi. Ela chorou sem parar, fingiu ignorância á todas as oportunidades, e tinha uma desculpa para cada acusação contra ela. O tribunal se apaixonou por ela. A mídia se apaixonou por ela. Toda a maldita nação se apaixonou por ela. Ela me chamou de pervertido sujo que gostava de ficar olhando com segundas intenções para as estudantes. Ela me chamou de um jornalista amarelão em busca de fama. Ela alegou que eu só a acusei de assassinatos para ter manchetes de sucesso. E o tribunal comprou cada palavra dela. O dia em que o juiz declarou sua inocência, o pais celebrou como se fosse um maldito feriado."

Quinta fita: "Daquele dia em diante, eu era uma desgraça nacional. Eu era reconhecido em todo o pais como o jornalista lascivo que espreitava alunas e tentou jogar uma pobre garota na prisão para impulsar sua própria carreira. Eu vi a repugnância nos olhos de cada pessoa que olhava para mim. Minha casa e meu carro foram vandalizados todos os dias durante várias semanas. Sem necessidade de dizer, eu nunca mais irei ser um jornalista novamente. O departamento que prendeu a menina também foi alvo de critica nacional. Eles foram acusados de serem todos incompetentes que prendiam qualquer um sem provas concretas. Desde então, a policia daquela cidade tem sido extremamente branda na tentativa de recuperar reputação... E não queria ir pra qualquer lugar perto do Colégio secundário local, exceto para extremamente breves períodos de tempo. Mas a pior parte de toda essa experiencia não foi a mídia ou o público. Imediatamente após o julgamento, eu tentei escapar da imprensa, escondendo me em um beco atrás do tribunal. Apenas uma pessoa me encontrou lá. Não era nenhum jornalista ou repórter. Era a garota que tinha sido declarada inocente. Eu nunca vou esquecer aquele rosto naquele dia. Ela estava sorrindo, mas seus olhos estava branco. Vazia. Sem alma. Como os olhos de uma boneca. Parecia que ela não tinha um único pingo de humanidade em seu corpo. Com aquele rosto sorridente, ela me disse... "Seria muito fácil fazer sua morte parecer suicídio. Nunca mais cruze meu caminho novamente." Ela se virou e saiu sem dizer nada."

Sexta fita: "Minha vida foi um inferno por quase um ano, enquanto o julgamento ainda estava fresco na cabeça das pessoas. Eventualmente, o ódio diminuiu, mas nunca morreu. Sempre havia alguém que me reconhecia, não importa o quanto eu mude minha aparência. Encontrar um emprego era impossível. Eu vagava entre empregos em tempo parcial, e passei meu tempo livre bêbado para tentar aliviar a dor de se tornar um saco de pancadas nacional. Foi nesse tempo em que conheci minha futura esposa. Eu não entendo o que ela via em mim. Eu estava em naufrágio absoluto, para não falar a chacota de todo o pais. Mas assim que nos conhecemos, ela queria passar o tempo todo comigo. Ela não me deixou fora de sua vista, e se tornava possessiva se alguma outra mulher olhasse pra mim. Eu rapidamente vim a depender dela pra tudo. Não demorou muito pra que eu não pudesse viver sem ela. Eu certamente não estava em nenhum estado para cuidar de mim mesmo... Eu era um bebe tamanho adulto. Indefeso e vulnerável. Quem sabe... Talvez seja por isso que ela estava atraída. Talvez ela queria experimentar a sensação de possuir uma pessoa. Talvez ela queria manter um animal de estimação humano. Talvez tudo que ela queria era alguém que ela poderia depender emocionalmente. Mesmo depois desse tempo, eu não entendo porque alguém iria querer perder seu tempo comigo... Mas nada disso importa. Apesar de todos os meus defeitos, ela me aceitou. E isso era o que eu precisava. Nós nos casamos cerca de seis meses depois de nos conhecermos."

Sétima Fita: "Minha esposa morreu no parto da nossa única filha. Eu ainda não sei como eu possivelmente encontrei forças pra continuar depois de te-la perdido. Eu estava completamente dependente dela para tudo. Eu mal podia cuidar de mim mesmo, imagina um bebe. De alguma forma, consegui gerenciar durante estes anos... mas mesmo depois de todo esse tempo, eu ainda sou um bêbado caloteiro que não pode manter um emprego. Foi muito difícil amar minha filha, sabendo que ela era culpada por minha esposa ter morrido. Tenho certeza que era um pai terrível. Ela teve que se levantar sozinha. Eu nunca passei muito tempo com ela, ou aprender sobre seus interesses. Mesmo agora, eu não acho que sei muita coisa sobre ela. Eu nem sei em que tipo de pessoa ela se transformou. Eu nem sei como é sua vida. Eu só sei que ela gasta todo o seu tempo livre em seu computador. O qual ela mesma comprou. Ela parece ter um monte de dinheiro pra alguém da idade dela. Eu tenho medo de perguntar como ela conseguiu. Às vezes ela chega em casa coberta de sangue. Eu não sei se é o sangue dela ou de outra pessoa, eu... tento ficar longe disso. É parcialmente por respeito á sua privacidade... mas é principalmente por causa do medo."

Oitava Fita: "Eu nunca disse nada disso á alguém. Nunca vi um psiquiatra, nunca tive um amigo á quem confiar. Eu pensei que seria terapêutico gravar meus sentimentos, mesmo que eu só esteja falando com uma maquina... mas não me acalmo totalmente. A única coisa que aflorou essa experiencia, é de que minha raiva tem sida mantida durante as duas ultimas décadas vem aumentando de volta á minha superfície. Eu não acho que posso voltar a ter a vida de antes. Eu não acho que posso voltar á perder meu tempo com empregos a tempo parcial de baixa qualidade, beber, e ficar sentado num sofá me sentindo miserável. Eu não quero que essa seja a minha vida! Mas eu não posso me deixar morrer justo agora. Não até ver a justiça ser feita. Aquela garota, de 1989... Ela é uma mulher agora, mas ela nunca se arrependeu de seus pecados de sua juventude. Eu não posso continuar á viver em um mundo onde um monstro como ela está á solta por ai. Eu sou o único que sabe a verdade sobre ela, então eu sou o único que pode leva-la á justiça. Eu ainda sei controlar uma pessoa pra baixo. Eu ainda sei descobrir segredos de uma pessoa. Eu ainda sei como desenterrar á verdade. Pela primeira vez em décadas, eu sinto ter um propósito. Eu sinto o que eu devo fazer com minha vida. Eu vou fazer justiça á essa assassina, ou eu vou morrer tentando... Essa frase era boa pra alguma coisa, afinal."

Nona fita: "Eu á encontrei. Não foi difícil. Ela nunca saiu de sua cidade natal. Eu tenho á perseguido em torno da cidade na semana passada. Não é tão difícil de seguir alguém sem ser notado, só precisa usar os truques certos. A unica parte difícil foi olhar pra ela sem sentir desgosto. Pensar sobre o que ela fugiu com... Pensar que ela é a responsável por... Isso me deixa cego de tanta raiva. Esta semana inteira, senti como se tivesse algo errado. Ontem, percebi o que era. Estou surpreso como demorei tanto tempo para descobrir isso. Ela de repente mudou de direção durante a caminhada, ou ficava só em um lugar sem razão nenhuma. Eu reconheço esse comportamento. Esse é o meu comportamento. Eu sei o que ela estava fazendo. Ela estava perseguindo alguém. Não demorou muito pra saber quem era. Uma jovem mulher, que tinha acabado de sair da escola. Eu não sei o que ela vez, mas estava claramente marcada para a morte. Ela vai estar morta dentro de uma semana, se eu não fizer nada. Eu queria á avisar que tinha uma assassina lhe perseguindo, mas... eu não posso repetir os erros do passado. A fim de condenar essa monstra pra ser presa, eu preciso de provas concretas de que ela é uma assassina. Se eu á salvar, eu não terei nenhuma prova. Eu tenho que deixa ela morrer. E eu tenho que estar lá quando isso acontecer, filmando o assassinato. É a única maneira de conseguir provas concretas. A única maneira de ver a justiça ser feita. Mas... Isso é realmente justiça? Deixando uma jovem morrer? Se eu não deixar essa monstra presa, então só haverá mais vitimas. Então, a deixando fazer isso pela última vez... É a coisa certa á se fazer.... Não é?"

Décima fita: "Eu sou um tolo! Eu sou um maldito e idiota tolo! Eu fui desleixado. Ela me pego. Segui-a em um beco. Á perdi nas sombras. Então eu ouvi a voz dela por trás de mim... "Muito tempo sem me ver, Sr. Jornalista" Eu me virei e vi apenas á uma pouca distancia longe de mim. Ela estava sorrindo. Eu reconheci o sorriso. Era o mesmo sorriso que ela usou quando me ameaçou em 1989. Eu não sabia o que fazer. Eu só me virei e corri. Eu quebrei uma trégua que durou quase três décadas. Ela sabia que eu estava atrás dela! De nenhuma maneira ela vai me deixar sobreviver; Eu estou condenado! Eu não posso ir pra policia; eu vou soar como um lunático balbuciado sem provas, e agora, não tenho nenhuma. Mesmo se eles me ouvirem, e investigassem ela, não iriam encontrar nada. Minha única opção era sair da cidade - não... não, não, é pior do que isso. Eu tenho que deixar o japão por completo. Eu procurei por você. Mas eu não poderia á encontrar. Eu não posso esperar você voltar pra casa. Eu tenho que sair imediatamente. Eu estou indo reunir todas as gravações que fiz até agora e colocarei onde eu sei que você poderá achar. Dessa forma, pelo menos você vai saber porque seu pai desapareceu tão repentinamente. Só espero que ela não tente se vingar de mim prejudicando você. Eu não sei quando estarei de volta. Eu não se vou estar de volta. Eu não sei se ela está disposta á atravessar oceanos para caçar a sua presa. Se ela for, eu vou tentar atrai-la para uma armadilha, tentar expor sua verdadeira natureza na frente da policia. É a minha única esperança. Eu sei que você pode cuidar de si mesma. Se eu tivesse mais tempo, há tantas coisas que eu diria pra você, mas eu não posso - Não agora. Fique segura... Eu ti amo..."


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